O “Portal da Transparência” foi um dos temas mais discutidos pelos criciumenses no ano de 2009. O que parecia um simples projeto de lei voltado à adoção desta ferramenta como forma de publicização na internet das contas e dos atos de gestão da administração pública criciumense, tornou-se centro da maior polêmica do ano no meio político, alvo de intensa atenção da mídia ao longo de 4 meses, objeto de muitas manobras políticas da Prefeitura, contrária à idéia, e finalmente foco de uma das maiores mobilizações sociais ocorridas na cidade, envolvendo desde sindicatos, entidades empresariais, associações de moradores, até a OAB, movimentos estudantis e cidadãos em geral.
E o resultado final? A promulgação da primeira lei popular da história de Criciúma, subscrita por mais de 8 mil cidadãos, apesar da intensa pressão política contrária.
Mas até que esta conquista fosse garantida, um roteiro repleto de nuances, obstáculos e reinícios foi cumprido. Para conhecer os detalhes desta “novela”, clique aqui para visitar o menu “Histórico” e também leia abaixo diversos posts que narram o passo-a-passo, a partir do que foi publicado pela imprensa local (sugerimos que inicie pelo mais antigo, no “pé da pagina”, e venha subindo).
O prazo para que a Prefeitura implemente o Portal da Transparência é de 6 meses, encerrando em 22 de junho de 2010. Mas como a questão tornou-se objeto de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN), proposta pela Prefeitura, o assunto está nas mãos do Tribunal de Justiça de Santa Catarina que deve pronunciar-se entre os meses de abril e maio.






















































